Sunday, April 15, 2007

Fotos de Joinville - skyline e casa

Ae galera prometi que se arranjasse uma câmera eu tiraria fotos da cidade... to devendo essa pro noize... ei cara foi mal aquele dia tava de mal humor mesmo hehehehe
Quantos as fotos tenho uma camera 3 mega nao dá pra fazer milagre então mas dá pra observar bem a natureza que abrange a cidade!!! A cidade tem muitos prédios espalhados por ela por isso não há uma grande concentração num só local.


Vista da minha casa (sul-norte)


Vista de longe a serra do mar encostando as nuvens

Morro do Boa Vosta - Serra do mar

Morro do Boa vista - sul

Baia





Vista do satélite (o morro do boa vista na qual eu tirei o skyline é esse situado no centro da cidade)







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Centro Coreográfico do Rio de Janeiro

O Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, desenhado pelos arquitetos Luiz Antônio Rangel e Ricardo Macieira, ocupa parte das instalações de uma antiga fábrica de cerveja, na Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro. O projeto conservou a imagem externa da edificação, considerada um marco na memória do bairro, concentrando as intervenções nos interiores, para adequá-los às especificidades do novo programa.

Ao projetar uma unidade do hipermercado Extra, no térreo e no primeiro andar das antigas instalações de uma cervejaria, no Rio de Janeiro, o arquiteto sugeriu ao grupo controlador Pão de Açúcar que cedesse à prefeitura carioca a utilização cultural da parte alta do prédio, inapropriada ao novo uso. Com o sinal verde da empresa, ele buscou uma parceria com a Secretaria Municipal das Culturas.

Foi assim que nasceu o complexo cultural, inaugurado no segundo semestre de 2004. O centro, dedicado ao estudo e pesquisa da dança, promove intercâmbios com artistas e especialistas, forma bailarinos, coreógrafos e diretores, além de produzir espetáculos.

O centro é composto por salas de dança e ensaio; centro de memória com biblioteca, videoteca e bancos de dados; sala de múltiplo uso, para conferências, seminários etc.; apartamentos para visitantes; sala de exposições/galeria de arte; loja de material de dança, café, auditório para 300 pessoas e administração/serviços.

O programa foi acomodado na totalidade do segundo ao sexto andares - tudo somado, chega a cerca de 3800 metros quadrados.

A antiga fábrica é composta por dois volumes ligados: o primeiro, erguido entre 1904 e 1914, abrigou a Hanseática, a primeira cervejaria do Rio; o segundo, dos anos 1940, foi construído pela Christiani Nielsen, responsável por várias instalações industriais do período.

Â"O bloco da Hanseática é um edifício eclético, com um tramo nos dois primeiros pavimentos e o resto da fachada em arcos romanos imitando tijolos, com mais dois pavimentos no torreão centralÂ", descreve Rangel. Ali, os interiores estavam divididos irregularmente. Â"Só se salvava o salão do segundo pavimento, com esbeltas treliças de concretoÂ", recorda o arquiteto.

O volume da década de 1940 fica na lateral do primeiro e, além do pavimento de acesso, possui quatro andares-tipo. Â"Ele tem fachadas semidéco, embasamento em pilares largos, tratamento vertical de cheios e vazios nos demais pavimentos, beiral saliente e telhado aparente com quatro águas. Os interiores são amplos e livres, com grandes pés-direitosÂ", diz Rangel.

As fachadas foram restauradas com base em pesquisa iconográfica e levantamento da pintura original. Atrás do conjunto, sobre o prédio do hipermercado, fica o volume das salas de dança - chamado de anexo -, sobre o qual existiam duas cúpulas, demolidas. Rangel propôs uma releitura desse elemento com a estrutura metálica coberta por lona (este último material não foi instalado).

O projeto foi elaborado de forma a garantir ao espaço cultural entrada e operação independentes. Externamente, o acesso ao hall e portaria de controle se dá por rampa e plataforma diante da escada. Ele deveria contornar a sala de espetáculos (volume novo, não construído), passando também pela loja de dança e café, o que, na opinião de Rangel, favoreceria a integração com o público externo – Â"mas não se construiu a sala nem se liberaram as lojasÂ", observa.

O acesso público ocorre, de fato, no terceiro andar, ocupado pelo centro de memória e sala de reuniões.

Do terceiro pavimento, pela escada do vazio do bloco da Hanseática, atinge-se o andar inferior, onde estão hall de serviço, foyer, camarins para bailarinos e a sala de dança, que, Â"na falta da sala de espetáculos projetada, tornou-se espaço cênicoÂ", informa o arquiteto.

No quarto piso ficam, além da sala de exposições, mais duas salas de dança (no anexo). No pavimento superior (quinto), ao qual se chega por elevador, está a administração. No último ficam os apartamentos para visitantes, com quartos no mezanino.








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Museu das Telecomunicações, Rio de Janeiro-RJ

Transição do tempo


Escolhido entre 63 propostas, em concurso realizado em 2000, o projeto do pequeno Museu das Telecomunicações - com inauguração prevista para este mês - é uma intervenção em prédio de 1918.

O partido visa mostrar as Â"características peculiares do antigo em contraposição ao novoÂ". Entre ambos, o conjunto de escadas cria a costura necessária e forma o volume único.

Antes da revitalização, o prédio abrigava o Museu do Telephone, com acervo de peças históricas não muito sedutoras para o público em geral. Com a privatização do setor de telecomunicações, o edifício tornou-se propriedade da concessionária Telemar.

A empresa, por meio de seu instituto cultural, resolveu modernizar o espaço, para que ele refletisse as novas tecnologias e contribuísse para a consolidação institucional da marca. Â"A representação imaterial da temática da comunicação foi uma das premissas do projetoÂ", informam os jovens profissionais à época reunidos no escritório Oficina de Arquitetos.

O programa é composto por diversas áreas de exposições, galeria de arte contemporânea, espaço de múltiplo uso (utilizado como auditório), cibercafé e administração.

Embora o prédio - que foi sede da Companhia Ferrocarril Jardim Botânico - não fosse protegido por órgãos do patrimônio histórico, o edital do concurso indicava a necessidade da manutenção de sua fachada principal, que de certa forma estava associada à antiga companhia telefônica. O projeto de revitalização teve como estratégia explicitar o diálogo entre o novo e o antigo.

Em primeiro lugar, foi mantida não só a fachada, mas toda a construção existente, situada na porção frontal, junto ao alinhamento. Para acomodar o restante do programa, os arquitetos criaram um volume, implantado no recuo do fundo.

Para facilitar o acesso ao museu, foi criada uma entrada pela lateral, na mesma cota da rua. Como o térreo do antigo edifício está em desnível em relação à via, os pavimentos dos dois volumes ficaram intercalados. Assim, toda a porção central do prédio foi destinada aos lances da escada de desenho irregular. Esta, transformada em verdadeira promenade architecturale, tornou-se o coração do espaço interno, ao mesmo tempo que delimita a intervenção através de grandes caixilhos e clarabóia, com brises automatizados.

Internamente, a diferenciação se dá pela organização da malha estrutural: enquanto a zona antiga é regular, com pilares de concreto de seção quadrada, a nova revela-se livre, com delgados pilares de seção circular. Os acabamentos também são distintos: o piso, por exemplo, mantém o assoalho existente e adota o cimentado na nova área. A fachada explicita, igualmente, o contraste: à restaurada contrapõe-se o fechamento com painéis de zinco-titânio, com rasgos irregulares que embutem a iluminação.

Entre as poucas modificações feitas no prédio do início do século passado estão o rebaixamento de parte do piso térreo (para acomodar o acesso e a recepção), o fechamento da entrada antiga e sua escadaria interna, e a substituição do telhado (de duas águas) por laje de piso que abriga parte do programa, cuja divisão acompanha a malha irregular.

Controversa na época do concurso foi a proposta de uma rua projetada, ainda não aberta, que transformará o museu em edifício de esquina. Somada a outra viela pública (limitada pela divisa do fundo), ela criará um pequeno quarteirão, que engloba a sede do IAB/RJ. Além de dar maior visibilidade ao museu, isso vai gerar grande facilidade de acesso, pois o pequeno lote possuirá três frentes.











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Senhoras e Senhores, com vcs ......RIO DE JANEIRO!

Fotos garimpadas de perder a respiração !












































































Fim da viagem >